Borboletas

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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Teatro "O Pote Vazio"

A tarde estava diferente...
Havia um perfume no ar, um encantamento...
A escola foi invadida por flores, chineses e o fantástico mundo das histórias infantis. Naquele dia tudo parecia mágico. As professoras estavam diferentes, o que despertou olhares de admiração e curiosidade por parte das crianças. Assim iniciamos nossa Hora do Conto com o teatro “O Pote Vazio”, realizado pelas professoras, com direito a aroma de flores, neve e folhas secas de outono.



O POTE VAZIO

Há muito tempo, na China, vivia um menino chamado Ping, que adora flores. Tudo o que ele plantava florescia maravilhosamente. Flores, arbustos e até imensas árvores frutíferas desabrochavam como por encanto!
Todos os habitantes do reino também adoravam flores. Eles plantavam flores por toda a parte e o ar do país inteiro era perfumado.
O Imperador gostava muito de pássaros e outros animais, mas o que ele mais apreciava eram flores. Todos os dias cuidava de seu próprio jardim.
Acontece que o Imperador estava muito velho e precisava escolher um sucessor. Quem poderia herdar seu trono? Como fazer essa escolha? Já que gostava muito de flores, o Imperador resolveu deixar as flores escolherem.
No dia seguinte ele mandou anunciar que todas as crianças do reino deveriam comparecer ao palácio. Cada uma delas receberia do Imperador uma semente especial. “Quem provar que fez o melhor possível dentro de um ano”, ele declarou, “será meu sucessor.”
A notícia provocou muita agitação! Crianças do país inteiro dirigiram-se ao palácio para pegar suas sementes de flores.
Cada um dos pais queria que seu filho fosse escolhido para ser Imperador, e cada uma das crianças tinha essa mesma esperança.
Ping recebeu sua semente do Imperador e ficou felicíssimo. Tinha certeza de que seria capaz de cultivar a flor mais bonita de todas.
Ping encheu um vaso com terra de boa qualidade e plantou a semente com muito cuidado. Todos os dias ele regava o vaso. Mal podia esperar o broto surgir, crescer e depois dar uma linda flor!
Os dias se passavam, mas nada crescia no vaso. Ping começou a ficar preocupado. Pôs terra nova e melhor num vaso maior. Depois transplantou a semente para aquela terra escura e fértil. Esperou mais dois meses, e nada aconteceu.
Assim se passou o ano inteiro. Chegou a primavera e todas as crianças vestiram suas melhores roupas para irem cumprimentar o Imperador. Então correram ao palácio com suas lindas flores, ansiosas por serem escolhidas.
Ping estava com vergonha de seu vaso sem flor. Achou que as outras crianças zombariam dele porque pela primeira vez na vida não tinha conseguido cultivar uma flor.
Seu amigo apareceu correndo, trazendo uma planta enorme. “Ping”, ele disse, “você vai mesmo se apresentar ao Imperador levando um vaso sem flor? Por que não cultivou uma flor bem grande, como a minha?” “Eu já cultivei muitas flores melhores do que a sua”, disse Ping. “Foi essa semente que não deu nada.”
O pai de Ping ouviu a conversa e disse: “Você fez o melhor que pôde, e o melhor possível deve ser apresentado ao Imperador.” Ping dirigiu-se ao palácio levando o vaso sem flor.
O Imperador estava examinando as flores vagarosamente, uma por uma. Como eram bonitas! Mas o Imperador estava muito sério e não dizia uma palavra. Finalmente chegou a vez de Ping. O menino estava envergonhado, esperando um castigo. O Imperador perguntou: “Por que você trouxe um vaso sem flor?”
Ping começou a chorar e respondeu: “Eu plantei a semente que o senhor me deu e a reguei todos os dias, mas ela não brotou. Eu a coloquei num vaso maior com terra melhor, e mesmo assim ela não brotou. Eu cuidei dela o ano todo, mas não deu nada. Por isso hoje eu trouxe um pote vazio. Foi o melhor que eu pude fazer.”
Quando o Imperador ouviu essas palavras, um sorriso foi se abrindo em seu rosto, e ele abraçou Ping. Então declarou para todos ouvirem: “Eu encontrei! Encontrei alguém que merece ser Imperador. Não sei onde vocês conseguiram essas sementes, pois as que eu lhes dei estavam todas queimadas. Nenhuma delas poderia ter brotado.”
“Admiro a coragem de Ping, que apareceu diante de mim trazendo a pura verdade. Vou recompensá-lo com meu reino inteiro e torna-lo imperador deste páis.”
Autoria: Demi
Tradução: Monica Stahel





















quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Mais um pouquinho da magia do 2º Ano no Egito Antigo

     Nossa viagem foi tão especial que não podíamos deixar de mostrar mais algumas imagens douradas!
















 



Os viajantes

     Obrigada por viajar com a nossa turma,
Prof.ª Silviane e Fernanda






Um túnel, suas viagens e muitas aprendizagens: Viagem ao Egito Antigo


Em um belo dia de sol estávamos ansiosos em novamente passar pelo túnel do tempo, e dessa vez iríamos ao Egito Antigo. Local e tempo que estudamos bastante com a Prof. Fê nas aulas de Artes. E após muitos pedidos o dia finalmente chegou!
O pozinho para abrir o túnel desta vez era dourado, afinal esta é a cor que representa a beleza do Egito Antigo e esteve presente em tudo que fizemos nesta viagem. Ao passar pelo túnel já podíamos escutar músicas egípcias, dançantes e bem diferentes do que estamos habituados a escutar (https://www.youtube.com/watch?v=DB5yj6nn3vQ).


Chegando lá encontramos um local mágico, de um lado havia uma mesa com hieróglifos, papiro e tinta preta feita com a lama do Rio Nilo (nanquim). O material estava disposto provocando a escrita, utilizando outros códigos copiados ou inventados.



 

E do outro, havia uma mesa repleta de imagens de adereços e objetos do Egito, e argila e tinta de ouro líquido (purpurina e goma laca) esperavam a fabricação de joias.



Além, claro, da Egípcia Fernanda que transformou cada viajante em verdadeiros representantes do povo do deserto, maquiando seus olhos. Um pó dourado (purpurina bem fininha), causou admiração em todos, sendo utilizado de inúmeras maneiras.



Assim nos tornamos em Egípcios e cada um escreveu suas mensagens com hieróglifos e também criou joias lindas com a tinta dourada! Esta tinta dominou nossa vivência no Egito Antigo, tanto as joias e criações com a argila, como também as mensagens e o próprio corpo de cada um. Algumas crianças pediram para pintar o rosto, outras usaram para pintas as unhas, já algumas resolveram pintar a mão inteira ou parte do braço!




Entre a turma do 2º Ano surgiram diversos Faraós e Rainhas, entre eles o Heitorcamon, o TutânPedro, a Isacleópatra, a Maria Cleópatra e o Vítor Múmia (ou também conhecido como Vítor – O Incrível). Cada um do seu jeito entrou em diferentes personagens e aproveitou a viagem de forma mágica.
Ah! Tivemos uma batalha também, entre os guerreiros Egípcios e os guerreiros Romanos, esses liderados pelo Imperador Júlio César.



Em apensas uma tarde experimentamos a magia do Egito Antigo, seus mistérios e sua admirável estética, com todos os seus faraós, suas lindas joias e escrita simbólica. O dourado prevaleceu em tudo que vivenciamos e a música não parou em nenhum minuto.



  E como foi difícil retornar ao nosso tempo! Algumas crianças pediram para não voltar, queriam mais um pouco, outras pediram para passar no túnel duas vezes assim poderiam retornar ao Egito Antigo e outras, mesmo depois de retornado, continuaram experimentando a viagem em suas brincadeiras no parque. Foi muito bom vê-los extremamente envolvidos desta forma.



Muito obrigada a Prof. Fê que participou ativamente desta viagem e nos fez experimentar o que havia contado em suas aulas.
E mais uma viagem no tempo aconteceu deixando muitas histórias para contar! Outras estão por vir!


Beijos egípcios e dourados,
Prof.ª Silviane Avila