Borboletas

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terça-feira, 13 de setembro de 2016

Escola livre não quer dizer bagunça

“Podemos pensar que possa ser isso, entretanto a verdade é que assumir estudar é tomar a própria responsabilidade sobre o estudo. Isso quer dizer que é necessário ter roteiros de aprendizagem, criar projetos, dando assim, a oportunidade de vida e de expansão no sentido de uma vida com compromisso consigo mesmo e com o mundo" José Pacheco
Compartilhando com o mesmo pensamento de José Pacheco, o educador português, que promoveu uma grande transformação nas escolas de Portugal e está radicado no Brasil, o Instituto Aruana de Eco Formação, uma instituição de educadores que vem construído práticas sustentáveis e inovadoras na área da Educação, juntamente com a Escola dos Sonhos, propõem formar uma rede de profissionais e instituições que queiram compartilhar, aprender e buscar soluções para transformar a realidade escolar.
A ideia é promover uma escola que vise à formação de pessoas cada vez mais instruídas, responsáveis, autônomas, solidárias e democraticamente comprometidas na construção de um mundo melhor.
A partir desta ideia estamos organizando encontros trimestrais com pensadores portugueses que atuaram na Escola da Ponte e no Movimento da Escola Moderna de Portugal. Iniciamos com o Professor José Pacheco, ele esteve presente nos encontros de Dezembro de 2015, Janeiro e Abril, deste ano de 2016, quando provocou, em todos um despertar para uma nova escola.  Em agosto foi Ariana Cosme, professora titular da Universidade do Porto, que demonstrou a prática desta escola inovadora. Para finalizar estaremos recebendo em novembro Fátima Duarte Pacheco, que participou juntamente com o professor Pacheco da implantação da Escola da Ponte. 
A finalidade destes encontros de novas comunidades de aprendizagem é ajudar estudantes, professores, orientadores e coordenadores escolares a encontrarem um novo caminho que atenda as atuais necessidades das crianças e adolescentes, que auxilie na mudança para escola que almejamos, uma escola que possa promover autonomia na busca do conhecimento, na organização de espaços, para que sejam compatíveis com a proposta pedagógica e principalmente no gerenciamento dos saberes para que estes, sim, promovam uma aprendizagem efetiva e plena do desenvolvimento humano.    










Por Elizabeth Kurth


sábado, 20 de agosto de 2016

Ritual Maia

Recebemos uma carta do nosso amigo misterioso J.P, nela dizia que estávamos sendo convidados para um ritual Maia que aconteceria na noite de lua cheia no solstício de inverno, próximo a essa data recebemos outra carta que dizia que infelizmente ele não poderia mandar sua pessoa de confiança, pois nos Andes estava ocorrendo terríveis chuvas magnéticas
Essa nova data seria na passagem do cometa C/2013 X1 Panstarrs, em que ele seria visto a olho nu no Hemisfério sul, pesquisamos e descobrimos que este momento aconteceria no dia 01/08/2016.
Neste dia nossa noite foi maravilhosa, cheias de encanto e magia, pessoas enigmáticas e acontecimentos inexplicáveis. Também recebemos uma pessoa que veio nos apresentar a história do calendário Maia e nessa troca de experiências, compreendemos um pouco mais sobre esta civilização e fizemos nossos próprios calendários.
Seguimos nossa noite com um maravilhoso jantar da culinária Maia, e finalizamos recebendo alguns guardiões da cultura deste povo, que nos presentearam com colares que continham nossos Kins, em que realizamos um juramento diante da bebida sagrada dos Maias.





















Com carinho
Grupo Investigadores do Tempo



sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Bruxa, bruxa, venha a minha festa!


“Os laços entre ficção e a nossa própria experiência formam um campo aberto a explorar com as crianças, uma fonte, que nunca seca, de histórias para contar, de imagens que possam transformar esqueletos de enredos em narrativas com corpo e alma” GIRARDELLO

            Nossa festa a fantasia foi realizada no dia 08 de julho com uma superprodução, resultado da parceria entre família e escola. Encantados após ouvirem a história “Bruxa, bruxa, venha a minha festa” de Arden Druce, as crianças do grupo Girassol uniram o desejo de realizar uma festa à fantasia ao mundo de seres encantados, que foram convidados a comparecer na festa da personagem contada na narrativa.
            Em roda, conversamos a respeito dos seres que são convidados para ir à festa. Assim, cada criança teve a oportunidade de escolher um dos seguintes personagens: bruxa, gato, espantalho, coruja, árvores, duende, dragão, pirata, tubarão, cobra, unicórnio, fantasma, babuíno, lobo e chapeuzinho vermelho.
            Após escolherem, as crianças personalizaram com sua família a representação de seus personagens, fazendo uso de muita criatividade e também de materiais reutilizáveis para que todos pudessem comparecer a nossa festa.
            E não é que todos vieram?!
Além de todos os seres assustadores, também vieram na festa; Bruxas, Brancas de Neve, Minnie, Unicórnio, Homem Aranha, Batman, Piloto, Construtor, Boneca, Esqueleto e Capitão América.
            Nosso momento foi repleto de jogos de luzes, músicas, brincadeiras e um delicioso fondue de frutas com chocolate para recuperar nossa energia. Vivenciamos um momento marcado pela imaginação, criatividade e muita alegria.













A todos os envolvidos nossa gratidão!
Jardim 3/ grupo do girassol
Professoras Rúbia e Geisi



quarta-feira, 13 de julho de 2016

Festa Egípcia

... Osíris, Isis, Horus, Thoth, Ra, Seth, Amun, Hathor, Anubis, deuses egípcios da vida, morte, mágica, sabedoria, ventos, embalsamento, justiça e entre outros, foram inspirações para o nosso grupo Fênix, pois conseguimos realizar um momento mágico em torno do mundo egípcio.
Nosso projeto envolve os mistérios da humanidade, assim sendo, o mistério que envolve a construção das Pirâmides do Egito não poderia ficar de fora. Aguçados por nossas curiosidades, nos envolvemos profundamente nas pesquisas sobre esta cultura e sociedade.
Durante uma semana alguns instrumentos chegaram até nós de forma misteriosa, então concluímos que deveríamos festejar todas as descobertas realizadas. Assim, inspirando-se nos egípcios, nos fantasiamos, e mergulhamos nesse mundo fantástico. No dia, confeccionamos nossas próprias vestimentas, criamos colares com pedras mágicas, realizamos a mumificação, e nos deliciamos nos pratos culinários egípcios.

Com isso, magia e conhecimento conciliaram-se em uma troca de experiências indescritível, pois nos sentimos parte deste momento histórico, e descobrimos quantos elementos valiosos pertenciam a esta população.









 






















Até o próximo mistério!